Bons dias caros disfarçados leitores.
Cá estou para relatar novamente mais uns fins de semana IronTeamianos, desta feita com dois eventos a registar. Começo por dizer que não sei até que ponto o longo texto que de seguida se vai apresentar se pode chamar um relato. Isto porque quando se relata pressupõe-se a existência de um leitor destinatário, coisa que eu começo a achar em vias de extinção no blog do IronTeam.
Mas deixemo-nos de lamechices pouco másculas, e passemos às histórias em si.
Aconteceu no fim de semana de 17 e 18 de Outubro um encontro entre os bravos pilotos de Sintra/Lisboa e os destemidos pilotos de Porto de Mós/Tojal. Para quem não conhece, Sintra e Lisboa ficam sensivelmente a 120 km a sul do Tojal. O encontro marcado para as 9h30 na bela da pastelaria da Vila Forte acabou por se concretizar eram quase 11h, um atraso pequenino normal nestas andanças. Depois de nos reunirmos no sopé da Serra onde termina o novo circuito de Porto de Mós, lá fizemos duas carradas de gente e de bicicletas para descermos por ali abaixo.
Aconteceu no fim de semana de 17 e 18 de Outubro um encontro entre os bravos pilotos de Sintra/Lisboa e os destemidos pilotos de Porto de Mós/Tojal. Para quem não conhece, Sintra e Lisboa ficam sensivelmente a 120 km a sul do Tojal. O encontro marcado para as 9h30 na bela da pastelaria da Vila Forte acabou por se concretizar eram quase 11h, um atraso pequenino normal nestas andanças. Depois de nos reunirmos no sopé da Serra onde termina o novo circuito de Porto de Mós, lá fizemos duas carradas de gente e de bicicletas para descermos por ali abaixo.
A meio da descida, já eu estava pronto para ir almoçar…
De tarde lá fomos nós guiar os nossos forasteiros colegas pelas pistas da Bezerra, onde os homens puderam ter contacto com uma verdadeira pista de pedra, viram tanta pedra que acharam que tinham transitado através de um portal dimensional para outro planeta.
Ao final do dia, dei um ar da minha graça ao esquecer-me das chaves do meu carro dentro da carrinha que tinha ficado estacionada no inicio da pista. A ideia seria deixar a carrinha lá em cima para descermos todos, sendo que eu depois ia lá de carro com alguém buscá-la. Não sei se estão a ver o embróglio.
Ao final do dia, dei um ar da minha graça ao esquecer-me das chaves do meu carro dentro da carrinha que tinha ficado estacionada no inicio da pista. A ideia seria deixar a carrinha lá em cima para descermos todos, sendo que eu depois ia lá de carro com alguém buscá-la. Não sei se estão a ver o embróglio.
Valeu-nos o São Rosca que nos veio salvar de tal incómodo.
O jantar, parte mais importante do dia, foi feito na Ti Maria dos Queijos, onde se conviveu intensamente com meia dúzia de febras e morcelas e uns copos de moscatel.
Seguimos para o clube do Tojal, onde a malta de Lisboa, pensando que ali era a minha casa, se pôs a dormir nas cadeiras enquanto assistiam a um disputado jogo de setas entre mim e o Robin Roscas Wood. Deitar cedo e tal que no outro dia, há que ir pra Lousã.
E assim fizemos, depois de um sábado bem passado a descer em Porto de Mós, no Domingo fomos até à espectaculástica Serra da Lousã. Atrasos do costume e começamos a descer a mais de meio da manhã. Mais uma vez, ainda não tinha acabado a 1ª descida e já só farejava em busca de febras e entremeadas. Com tanta pressa e despressa, acabei por almoçar um prego a correr graças ao stress do Jon da Lenha que tem mais vontade de conduzir a carrinha que eu tenho de andar de bike.
O jantar, parte mais importante do dia, foi feito na Ti Maria dos Queijos, onde se conviveu intensamente com meia dúzia de febras e morcelas e uns copos de moscatel.
Seguimos para o clube do Tojal, onde a malta de Lisboa, pensando que ali era a minha casa, se pôs a dormir nas cadeiras enquanto assistiam a um disputado jogo de setas entre mim e o Robin Roscas Wood. Deitar cedo e tal que no outro dia, há que ir pra Lousã.
E assim fizemos, depois de um sábado bem passado a descer em Porto de Mós, no Domingo fomos até à espectaculástica Serra da Lousã. Atrasos do costume e começamos a descer a mais de meio da manhã. Mais uma vez, ainda não tinha acabado a 1ª descida e já só farejava em busca de febras e entremeadas. Com tanta pressa e despressa, acabei por almoçar um prego a correr graças ao stress do Jon da Lenha que tem mais vontade de conduzir a carrinha que eu tenho de andar de bike.
Voltando um pouco atrás no tempo, cerca de 1h30 atrás, quando chegamos ao Terreiro do Bruxedo, já lá estavam uns men´s prontos para andar de bike, sendo que os nossos amigos, Mangas, Palito e Puto já andavam pelos trilhos. Eis que ouço um Brruuuaaaa digno do estádio de Alvalade, seguido de comentários “eh pá aquele ali fodeu-se todo”; “granda espalho pá ainda nem se levantou” - eu cheio de curiosidade para ver quem tinha sido o desgraçado, começo a ver um casco 661 meio dourado a surgir do chão, uma Kaiser e tal…. Claro está, Mangas Mor in action, vinha completamente largado Serra abaixo e nunca mais se lembrou de dar aquelas duas curvas, tendo sido completamente agrafado por um pinheiro Lousanense. Iron Team a dar show como sempre… Mais um rasgão na TLD, uma mossa no casco mas tá pronto para outra Fooca Fooocaa.. :)
O resto da tarde foi sempre a descer. Para lanchar, decidimos ir até ao Trevim, descer a pista da Avalanche onde nos deliciamos com 3 kg de pó para cada um.
Depois foi arrumar as bikes (a minha já vinha às peças foi mais fácil) e siga até aos quartéis-generais no distrito de Leiria.
Foi um fim de semana bem passado a fazer adivinhar o que se lhe seguia…
E como tal, eis que chegou o dito sábado 31 Outubro, dia dos treinos para a prova de Porto de Mós. Eu, por motivos festivos, não marquei presença na lista de inscritos para a prova… era fim de semana do bolinho e eu tinha de provar a água pé das redondezas…
Ainda assim, assisti aos treinos de Sábado, estrategicamente colocado ao pé da barraca da Sagres, o nosso patrocinador oficial, onde presenciei uma enorme quantidade de espalhos que me começam a fazer pensar na extrema falta de juízo destes gajos que andam de bike….
Para esta prova, o IronTeam (ou o que resta dele) fazia-se representar pelo Palito; Puto e Mangas Mor que estavam completamente esganados para andar pelos Candeeiros abaixo.
Deu para conhecer os destravados do MotoClube de Faro, que são uns grandes malucos.. 1 bem haja para eles….
Os treinos acabaram e os nossos atletas começaram a concentrar-se para a grande corrida de Domingo, com um jantar em Porto de Mós que segundo ouvi dizer deu lugar a algumas peles, parte essencial num bom desempenho desportivo.
No Domingo, lá arrancaram os nossos bravos sendo que ao Palito e ao Mangas Mor as descidas não correram como desejavam, fruto de um tique que lhes afectou as mãos… só apertavam as manetes dos travões e isso reflecte-se no cronómetro…
A inverter esta tendência, tínhamos o Puto que se desalmou por ali abaixo, arrancando um merecido primeiro lugar na sua categoria, a categoria dos saldos ou promoções como quiserem… Os meus parabéns ao Puto que parece estar a enraizar todos os meus ensinamentos teóricos acerca das bicicletas.
Saliento também a participação do Rosca, não nesta prova, mas sim na incursão que fez pelo mato tendo por objectivo extinguir a espécie cinegética dada pelo nome de tordo. Bravo esforço deste homem em acabar com tudo o que mexa e seja selvagem.
Para colmatar o fim de semana, em estilo de cereja no topo do bolo e por ser fim de época, o nosso patrocinador declarou bar aberto no recinto para contentamento das dezenas de presentes.
Pena foi a chuva que se fez notar ao longo de toda a tarde de Domingo, dando lugar a quedas extreme no meio das pedras… algumas bem feias de se ver.
Realço ainda a presença do nosso ex-Manager e do nosso ex-mecânico, o Elio e o Telmo, que munidos de uma saca com farnel e de outra com minis se juntaram para fazer a festa da taça no nosso concelho. Depois de tantos anos a conviverem comigo, finalmente estes dois aprenderam a fazer alguma coisita de jeito... Minis bem frescas e sempre à mão...
Sai ainda uma vaia de assobios para os ratos da zona de Leiria, Pax_Eco, Jonas e Malheiro que nem se dignaram a por lá os pés para pagar um copo ao pessoal… deviam tar com medo de sujar a calça nova com o sapato a condizer… seus meninos…. Não esquecer que têm ali uma pista nova para virem experimentar…. Classificada por muitos como um circuito FreeRide (desculpas) está um trilho à vossa (nossa) medida.
Ficam então os registos fotográficos da prova de Porto de Mós, gentilmente roubados no site da fotógrafa do Moto Clube de Faro, Anabela Conceição... esperemos que ela não dê por nada.... e se der, que não se importe.....
Palito em baixa velocidade, sentiu-se muito constragido nesta prova, devido ao facto de eu não ter ido buzinar pra casa dele às 4h30 da manhã
Puto enrolar punho que lhe valeu uma vitória na prova .jpg)
Mangas Mor armado em Steve Peat a galgar o gap em grande cenário, mas com muita calma pois tem uma filha sportinguista para criar
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Mangas Mor armado em Camões, só lhe falta a pala no olho
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Puto relaxado na cadeira da pesca na sua condição de campeão (e já tinha meia pelita)
Rosca, a fazer cara de meiguinho para não assutar os tordos que ia assassinar no dia seguinte.jpg)
Campeão do Mundo de DH que foi assistir à prova e que decidiu pousar com estilo inconfundível para a foto da nossa amiga do Algarve
Ganhou uma taça de inox e uma garrafa de powerade
Sujeitou-se a partir o nariz não sei quantes vezes só por uma garrafa daquilo. Ainda se fosse alguma colheita especial de reserva, agora powerade....
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E pronto.....
Daqui é tudo, despeço-me com amizade, até um próximo post, que espero eu seja a relatar mais um convívio por uma dessas Serras fora…. Fico à espera de sugestões.
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